Se o David já não escrevia aqui há muito tempo então eu... Sou mesmo desaustinada. A verdade é que também não tenho tido muito que vos contar, e com a maioria vou falando e actualizando-me através de telemóvel, blogs pessoais, msn, facebook...
E este cantinho por aqui anda meio vazio, mas muito bem entregue à Guida, Vânia e David, a quem devíamos entregar a medalha de honra do blog lol.
Adiante. A minha vida ultimamente anda um bocado vazia. Saí do call center da PT no fim de Janeiro, porque queria arranjar um trabalho a full-time (lá estava a fazer quatro horas e era complicado passar a tempo inteiro). Bem, esse trabalho ainda não apareceu, e claro que eu não ando só a procurar na área nem só em Bragança. Sou optimista, e acredito mesmo que não vai demorar até organizar a minha vida outra vez que bem está a precisar. Entretanto também andei ocupada a fazer os censos. Sim, sim, andei a bater de porta em porta (a 345 para ser mais específica) e a chatear a maltinha toda para preencher e responder àquelas perguntas todas... Agora também vou ser cliente-mistério... Pronto, cá me vou arranjando para ter os meus trocos, mas obviamente que agora anseio por uma mudançazinha!!
Ah!! No último fim-de-semana antes deste fui ao Porto, fui visitar a minha amiga Ju que está lá a tirar doutoramento e obviamente também fui porque coincidia com os anos do Ricardo. Só faltavam mesmo vocês, imaginem as parvoíces... É como se estando com o Ricardo, também matasse saudades de toda a irmandade (porque é o tal espírito!!) Andar de carro com o Ricardo pelas ruas do Porto foi uma aventura, andámos às voltas no metro porque este insistia em não parar na nossa saída, o Ricardo por sua vez insistia em meter conversa com toda a gente que passava na rua "pessoas falem comigo!!", bebemos dois litros de cerveja em meia hora para poder entrar numa discoteca e depois acábamos por não ir a nenhuma, andámos, saltámos e corremos à chuva e a gritar "olhó bolhão!olhó bolhão!", lembrámo-nos de inventar um jogo que consiste em beber fechados na casa-de-banho às escuras (neste jogo o Ricardo sentou-se na sanita), ligámos para linhas eróticas e não só e o Ricardo falou com uma ucraniana que não estava de serviço essa noite (ooooh :(), quando o Ricardo lhe disse "olhe eu queria era f@der" ela desligou, e pela primeira vez fui um autêntico desastre a jogar ao buzz (falta de hábito). Enfim, aventuras que espero dentro em breve voltar a viver com mais alguns membros da irmandade!
Despeço-me com amizade, até ao próximo post =D (espero que não demore tanto)
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terça-feira, 10 de maio de 2011
domingo, 13 de setembro de 2009
Dirty Little Secret
Tenho uma proposta para vocês!
Visto que estamos todos com muitas saudades uns dos outros, e alguns de nós andam com o astral mais em baixo, parece-me que esta é uma forma interessante e divertida de nos sentirmos mais próximos e de partilharmos algumas frustrações, afinal os amigos servem para isso!
Dizem vocês "ok, passou-se", e passei-me mesmo, e que quero que nos passemos todos e partilhemos "sujos e pequeninos segredos"... Tal como na música, o objectivo é partilhar estas pequenas inconfidências, que não têm de ser nada de especial (não queremos saber de nada que só o vosso FBI é que sabe), mas que também têm de ter alguma novidade para o grupo...
Ora então, nos comments usem a sigla "DLS", antes de escreverem cada um dos vossos dirty little secrets...
Ah, ouçam a música:
Não consigo postar o clip oficial, mas vejam aqui para se inspirarem hehehe - http://www.youtube.com/watch?v=4ikv7TI87io&feature=fvst
Visto que estamos todos com muitas saudades uns dos outros, e alguns de nós andam com o astral mais em baixo, parece-me que esta é uma forma interessante e divertida de nos sentirmos mais próximos e de partilharmos algumas frustrações, afinal os amigos servem para isso!
Dizem vocês "ok, passou-se", e passei-me mesmo, e que quero que nos passemos todos e partilhemos "sujos e pequeninos segredos"... Tal como na música, o objectivo é partilhar estas pequenas inconfidências, que não têm de ser nada de especial (não queremos saber de nada que só o vosso FBI é que sabe), mas que também têm de ter alguma novidade para o grupo...
Ora então, nos comments usem a sigla "DLS", antes de escreverem cada um dos vossos dirty little secrets...
Ah, ouçam a música:
Não consigo postar o clip oficial, mas vejam aqui para se inspirarem hehehe - http://www.youtube.com/watch?v=4ikv7TI87io&feature=fvst
quarta-feira, 15 de abril de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
Âp! Dei-te... (Sem comentários, eu sei...)
A Elsa disse-me, e cheia de razão, que já há algum tempo que não se postava aqui nada... parvo! A verdade é que com este horário de caca mal dá tempo para comer! Eu bem que gostava de poder passar aqui mais algum tempo no mundo dos blogs.
Por cá está tudo bem, a família também vai bensinha e o preço dos panikes e da cantina é que já subiu.
Mas pronto, a ideia era deixar cá uma coisa parva e como de momento não tenho nenhuma ideia vou rouba-la daqui. Consiste em revelar as pesquisas feitas por cibernautas e que conduzem ao nosso fantástico blogg. Há algumas pesquisas verdadeiramente espectaculares e que não podem ser mantidas em segredo! Vou por isso (tentar) escolher as melhores.
1 - Música Se Estiver Wonder - Confesso que demorei algum tempo a descodificar esta, mas lá consegui. Para tal tive que ter em conta que quem procurou isto estava no Brasil, portanto li mentalmente com sotaque. Não quereria antes procurar "Música Stevie Wonder"?
2 - Onde foi construido o castelo de Segovia? - Acho que foi ali prós lados da Boidobra! Que mania que esta gente tem de arranjar nomes que confundem as pessoas!
3 - Eu estou nostálgica - Ok, ainda bem! Por vezes todos estamos, não é verdade? Se procura reviver grandes sucessos da televisão dos anos 80, 90 e por aí adiante aconselho visitar este blog, ou então este. Por experiência própria aviso que a nostalgia tende a aumentar...
4 - Vou-te deletar te excluir - Ok, a culpa deste foi da Elsa. Esta é a 2ª frase mais procurada, depois de Our Wonder Moon. (Pode-se portanto concluir que somos mais famosos que esta "música"?) Atenção, se está mesmo a pensar em apagar alguem do msn não se esqueça de bloquear o contacto antes de o eliminar, caso contrário, a pessoa continuará a vê-lo.
5 - O que fazer com caixas de cereais? - Segure nelas com uma mão e com a outra solte as abas. De seguida espalme a embalagem e vá rasgando em metades, até fazer vários rectângulos com cerca de 15cm por 20. Por fim coloque no ecoponto.
6 - Serviços académicos da UBI - Sem dúvida a mais engraçada de todas. Aconselho ir lá tirar a senha, voltar para casa e ler todos os posts deste blog, deixar pelo menos um comentário em cada um deles e regressar à fila, caso não passem das 15:30H.
Existiam muitas outras bem melhores, mas já não dá para consultar e também já não me lembro. Para a próxima começo a apontar!
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Pérola!
Epá ontem assisti a uma cena que não pude deixar de vos contar.
Num café estavam 3 raparigas e em frente estavam uns gajos...uns trolhas quaisquer lol Entretanto, os sujeitos começam a meter-se com as moças
- Pshttt! Pshhhhht!...
Uma das gaiatas já farta de ouvir aquilo vira-se para a amiga e diz:
- Vai lá dizer ao teu amigo que o spray dele já tá a acabar, que daqui a nada vou lá e parto-lhe o spray! Porque enquanto ele é de menos, eu sou demais!
LOOOL
Oh god!
(atenção: eu não fazia parte de nenhum dos grupos lol)
PS: Hoje quero apanhar um susto de morte! ^^
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Para contar
Olá a todos! Sei que tenho andado arredado destas lides. A disponibilidade tem sido pouca. Para marcar o fim do primeiro semestre do mestrado decidi partilhar um dos trabalhos que fiz para a cadeira de escrita criativa. É um conto da minha autoria.
Beijos e Abraços!
A Vida por um segundo
Nunca dormia profundamente. Todos os dias levantava-se a mesma hora. Bernardo olhava-se ao espelho com um olhar sempre crítico sobre si mesmo. Fazia a sua higiene pessoal como se de um acto mecanizado assim se tratasse, sem falhas, cumprindo um determinado horário para cada tarefa. Dirigia-se á paragem de autocarro em passos bem definidos e cronometrados, com uma maçã na boca. Era mais um dia da rotineira vida de Bernardo que trabalhava numa fábrica de fabrico de roscas.
Bernardo era mais um operário. No mesmo ramo de actividade, já há dez anos, era considerando um empregado exemplar, contudo um homem de poucas falas. Os colegas de trabalho, criticamente, entre si, tratavam-no como o “infeliz”. Sem amor, sem amigos. A única coisa que importava para si, era cumprir as tarefas diárias de forma rigorosa. Nunca faltou ao emprego. Folgas, nunca as desejou. Como é evidente, Bernardo não tinha com quem partilhar esse tempo de descanso.
Mais um dia de trabalho. O despertador tocou a hora de sempre. Bernardo saiu de casa, com uma face de profunda estranheza. Um olhar de quem vai agarrar o mundo. Momentos difíceis estariam para vir.
Chegou á paragem de autocarro, observou a sua volta, as pessoas de sempre. Nunca tinha falado com elas, mas conheci-as tão bem. Todos os dias as encontrava lá, na mesma paragem, á espera do mesmo autocarro que ele viajava para conseguir o seu ganha-pão. Evidenciava, diariamente, a senhora de xaile preto que ia levar a menina à escola e se sentava sempre no banco da paragem, a criticar as brincadeiras que a neta tinha para embalar o tempo de espera. O velho que lia o jornal com uma atenção prodigiosa. O grupo de estudantes universitários, sonolentos, que se levantaram com dificuldade, depois de uma noite de boémia. Nada diferente. Até agora!
Lá ao fundo, Bernardo vê o autocarro que o leva ao seu destino habitual. Entra no autocarro, mostra o seu passe social. Dá o seu lugar sentado. Em pé, aprofunda, a visão ao encostar a cabeça na janela. Olha atenciosamente, lá para fora. Um ambiente estranho se adensa dentro do autocarro. Bernardo estranha o comportamento de um trintão sentado no último banco do autocarro. Figura franzina, olhos penetrantes, barba rude e cabelo crispado. Vestia roupa escura e observa, aprofundando, tudo á sua volta.
Este homem tem poucos meses de vida. Padece de uma doença pulmonar incurável. Amargurado, levanta-se e começa em tumultuosos gritos:
- “Ninguém se mexe. Tenho em minha posse uma arma, pretendo suicidar-me. Não quero a vossa compaixão. Quero que sintam o meu desespero. A angústia de ter a vida limitada a um curto espaço de tempo e nada poder fazer para modificar isso. É a evidência da minha triste existência”
Bernardo ouviu com atenção os murmúrios deste pobre homem e uma mancha de pensamento o abalou na sua consciência. Reviu toda a sua fraca vida e percebeu que todos os actos rotineiros que tinha no seu dia-a-dia, eram, sobretudo, egoístas. Só a ele o dominavam, a mais ninguém reagiam. Por isso, decidiu tomar a iniciativa de conversar com este homem desesperado. “O infeliz”, como o tratavam as escondidas os colegas de trabalho, olhou para a menina traquina, que chorava compassadamente no colo da sua avó. Esta cobria-a com o xaile preto. Bernardo, ganhou coragem, e então, dirigiu-se junto do homem, com as mãos no alto da cabeça, pedindo para conversarem calmamente. O homem de aspecto franzino, que pretendia suicidar-se aos olhos de toda aquela gente, enquanto o motorista seguia o percurso sem fazer as devidas paragens, resolveu atender ao pedido de Bernardo.
Bernardo emocionado, fez várias perguntas ao homem, que respondeu, afirmativamente, a todas:
– “Tem família? Tem amigos? Tem filhos? Sente-se amado? Então, nunca desista. Eu não tenho nada do que lhe perguntei e luto incessantemente. A vida é para se viver enquanto nos permitirmos para tal. Largue a arma. A sua história, fez-me tomar consciência da vida comodista que levo. Deixe-me ser útil, pelo menos uma vez na vida e largue essa arma. Suplico-lhe. Mude o rumo da história.” Enquanto, Bernardo mergulhado em lágrimas, se debatia, este homem olhava com copiosa veemência. Deixou cair a arma. Colou a sua boca, junto ao ouvido de Bernardo e sussurrando disse:
- “Agradeço-lhe por me abrir os olhos. É, agora a minha vez! Pode não ter família, amigos e amor mas tem uma longa vida para construir tudo isso. Vá a luta. Eu vou aproveitar os últimos dias de vida que me restam, junto do que já construí.”
O motorista parou o autocarro, o homem saiu, com um ar envergonhado até desaparecer na multidão que se encontrava na rua. Houve um forte bater de palmas, e um beijo comovido da menina traquina a Bernardo. Todos lhe devem gratidão pela ternura que desafiou ao seu carácter. Bernardo sentiu-se amado uma vez em poucas. Mesmo que esse amor não dure, a vida valeu por um segundo.
Beijos e Abraços!
A Vida por um segundo
Nunca dormia profundamente. Todos os dias levantava-se a mesma hora. Bernardo olhava-se ao espelho com um olhar sempre crítico sobre si mesmo. Fazia a sua higiene pessoal como se de um acto mecanizado assim se tratasse, sem falhas, cumprindo um determinado horário para cada tarefa. Dirigia-se á paragem de autocarro em passos bem definidos e cronometrados, com uma maçã na boca. Era mais um dia da rotineira vida de Bernardo que trabalhava numa fábrica de fabrico de roscas.
Bernardo era mais um operário. No mesmo ramo de actividade, já há dez anos, era considerando um empregado exemplar, contudo um homem de poucas falas. Os colegas de trabalho, criticamente, entre si, tratavam-no como o “infeliz”. Sem amor, sem amigos. A única coisa que importava para si, era cumprir as tarefas diárias de forma rigorosa. Nunca faltou ao emprego. Folgas, nunca as desejou. Como é evidente, Bernardo não tinha com quem partilhar esse tempo de descanso.
Mais um dia de trabalho. O despertador tocou a hora de sempre. Bernardo saiu de casa, com uma face de profunda estranheza. Um olhar de quem vai agarrar o mundo. Momentos difíceis estariam para vir.
Chegou á paragem de autocarro, observou a sua volta, as pessoas de sempre. Nunca tinha falado com elas, mas conheci-as tão bem. Todos os dias as encontrava lá, na mesma paragem, á espera do mesmo autocarro que ele viajava para conseguir o seu ganha-pão. Evidenciava, diariamente, a senhora de xaile preto que ia levar a menina à escola e se sentava sempre no banco da paragem, a criticar as brincadeiras que a neta tinha para embalar o tempo de espera. O velho que lia o jornal com uma atenção prodigiosa. O grupo de estudantes universitários, sonolentos, que se levantaram com dificuldade, depois de uma noite de boémia. Nada diferente. Até agora!
Lá ao fundo, Bernardo vê o autocarro que o leva ao seu destino habitual. Entra no autocarro, mostra o seu passe social. Dá o seu lugar sentado. Em pé, aprofunda, a visão ao encostar a cabeça na janela. Olha atenciosamente, lá para fora. Um ambiente estranho se adensa dentro do autocarro. Bernardo estranha o comportamento de um trintão sentado no último banco do autocarro. Figura franzina, olhos penetrantes, barba rude e cabelo crispado. Vestia roupa escura e observa, aprofundando, tudo á sua volta.
Este homem tem poucos meses de vida. Padece de uma doença pulmonar incurável. Amargurado, levanta-se e começa em tumultuosos gritos:
- “Ninguém se mexe. Tenho em minha posse uma arma, pretendo suicidar-me. Não quero a vossa compaixão. Quero que sintam o meu desespero. A angústia de ter a vida limitada a um curto espaço de tempo e nada poder fazer para modificar isso. É a evidência da minha triste existência”
Bernardo ouviu com atenção os murmúrios deste pobre homem e uma mancha de pensamento o abalou na sua consciência. Reviu toda a sua fraca vida e percebeu que todos os actos rotineiros que tinha no seu dia-a-dia, eram, sobretudo, egoístas. Só a ele o dominavam, a mais ninguém reagiam. Por isso, decidiu tomar a iniciativa de conversar com este homem desesperado. “O infeliz”, como o tratavam as escondidas os colegas de trabalho, olhou para a menina traquina, que chorava compassadamente no colo da sua avó. Esta cobria-a com o xaile preto. Bernardo, ganhou coragem, e então, dirigiu-se junto do homem, com as mãos no alto da cabeça, pedindo para conversarem calmamente. O homem de aspecto franzino, que pretendia suicidar-se aos olhos de toda aquela gente, enquanto o motorista seguia o percurso sem fazer as devidas paragens, resolveu atender ao pedido de Bernardo.
Bernardo emocionado, fez várias perguntas ao homem, que respondeu, afirmativamente, a todas:
– “Tem família? Tem amigos? Tem filhos? Sente-se amado? Então, nunca desista. Eu não tenho nada do que lhe perguntei e luto incessantemente. A vida é para se viver enquanto nos permitirmos para tal. Largue a arma. A sua história, fez-me tomar consciência da vida comodista que levo. Deixe-me ser útil, pelo menos uma vez na vida e largue essa arma. Suplico-lhe. Mude o rumo da história.” Enquanto, Bernardo mergulhado em lágrimas, se debatia, este homem olhava com copiosa veemência. Deixou cair a arma. Colou a sua boca, junto ao ouvido de Bernardo e sussurrando disse:
- “Agradeço-lhe por me abrir os olhos. É, agora a minha vez! Pode não ter família, amigos e amor mas tem uma longa vida para construir tudo isso. Vá a luta. Eu vou aproveitar os últimos dias de vida que me restam, junto do que já construí.”
O motorista parou o autocarro, o homem saiu, com um ar envergonhado até desaparecer na multidão que se encontrava na rua. Houve um forte bater de palmas, e um beijo comovido da menina traquina a Bernardo. Todos lhe devem gratidão pela ternura que desafiou ao seu carácter. Bernardo sentiu-se amado uma vez em poucas. Mesmo que esse amor não dure, a vida valeu por um segundo.
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Coisas que aconatecem,
Só porque me apeteceu
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Novidades da capital
Hoje decidi escrever aqui... para vocês e porque também preciso da vossa opinião...
Como acho que já sabem, eu já não estou no Rádio Clube Português... Portanto, faxavor de quando virem o anúncio do "Dá voz às palavras" não se lembrem de mim! (Não é Gi?? lol). O estágio acabava dia 23 de Dezembro mas eles prolongaram e depois comecei a ver que aquilo não dava em nada porque eles aproveitam-se de estagiários... Uns diziam e muito bem que o rádio clube sem estagiários não era nada, outros aproveitam-se tanto quanto podiam dos pobres coitados... E portanto saí na segunda semana de Janeiro. E desde aí que ando à procura de outra coisa... Estágios não remunerados atrás de estágios não remunerados é o que mais se vê... Até que me chamaram de uma tal "Companhia de Ideias", sabia que era uma produtora de TV mas não sabia o que faziam... e uma remuneração de... (rufo ou lá como se chama o barulho dos tambores a simbolizar o suspense lol)... 125€! WEEEE tanto...! Então, a minha primeira reacção foi: Pois, estou à procura de algo financeiramente mais estável e já fiz um estágio não remunerado... Até que...fui ao site deles vi que eles faziam trabalhos interessantes e... arrependi-me lol liguei para eles a dizer que tinha ponderado e mudado de opinião e caso o interesse se mantivesse que eu estaria disponível... E assim fiquei à espera... Entretanto chamaram-me para entrevista de uma outra produtora de tv, um programa sobre GOLF ( LOL) para a Sport TV mas depois arrependeram-se porque eu não tinha carta de condução... Enfim lol
Hoje recebi um telefonema às 9h da manhã a chamarem-me para a tal Companhia de Ideias, para iniciar o estágio amanhã. O que vou fazer é dar apoio aos jornalistas que estão a trabalhar no projecto (uma série documental sobre grandes obras para a RTP2)... acho que vai ser uma boa experiência =) Estou com um feeling que sim.
Às 18h da tarde recebo outro telefonema da mesma produtora a perguntarem se não queria entrar num outro projecto: fazer parte da equipa do programa da Fernanda Freitas, Sociedade Civil, na rtp2...E achei muito bom, mas afinal eu já estava no projecto anterior e teriam que arranjar outra pessoa. lol
E depois chego a casa e recebo um e-mail directamente dos Açores, a dizer que eu tinha sido a jornalista seleccionada para o programa deles... Óbvio que quando enviei o meu currículo nunca pensei que fosse chamada. Mas agora estou à espera das respostas às minhas perguntas: remuneração, funções, duração do estágio e regalias. Não sei, não sei mesmo...mas não quero ir para tão longe fazer um programa sobre vacas, isolada do mundo, quiçá sem a minha net portátil, sem a minha fox life, sem o namorado... Gosh ou 8 ou 80! Só se me deram uma casa com vista para o mar é que lá vou...!
E pronto são estas as novidades.
Como acho que já sabem, eu já não estou no Rádio Clube Português... Portanto, faxavor de quando virem o anúncio do "Dá voz às palavras" não se lembrem de mim! (Não é Gi?? lol). O estágio acabava dia 23 de Dezembro mas eles prolongaram e depois comecei a ver que aquilo não dava em nada porque eles aproveitam-se de estagiários... Uns diziam e muito bem que o rádio clube sem estagiários não era nada, outros aproveitam-se tanto quanto podiam dos pobres coitados... E portanto saí na segunda semana de Janeiro. E desde aí que ando à procura de outra coisa... Estágios não remunerados atrás de estágios não remunerados é o que mais se vê... Até que me chamaram de uma tal "Companhia de Ideias", sabia que era uma produtora de TV mas não sabia o que faziam... e uma remuneração de... (rufo ou lá como se chama o barulho dos tambores a simbolizar o suspense lol)... 125€! WEEEE tanto...! Então, a minha primeira reacção foi: Pois, estou à procura de algo financeiramente mais estável e já fiz um estágio não remunerado... Até que...fui ao site deles vi que eles faziam trabalhos interessantes e... arrependi-me lol liguei para eles a dizer que tinha ponderado e mudado de opinião e caso o interesse se mantivesse que eu estaria disponível... E assim fiquei à espera... Entretanto chamaram-me para entrevista de uma outra produtora de tv, um programa sobre GOLF ( LOL) para a Sport TV mas depois arrependeram-se porque eu não tinha carta de condução... Enfim lol
Hoje recebi um telefonema às 9h da manhã a chamarem-me para a tal Companhia de Ideias, para iniciar o estágio amanhã. O que vou fazer é dar apoio aos jornalistas que estão a trabalhar no projecto (uma série documental sobre grandes obras para a RTP2)... acho que vai ser uma boa experiência =) Estou com um feeling que sim.
Às 18h da tarde recebo outro telefonema da mesma produtora a perguntarem se não queria entrar num outro projecto: fazer parte da equipa do programa da Fernanda Freitas, Sociedade Civil, na rtp2...E achei muito bom, mas afinal eu já estava no projecto anterior e teriam que arranjar outra pessoa. lol
E depois chego a casa e recebo um e-mail directamente dos Açores, a dizer que eu tinha sido a jornalista seleccionada para o programa deles... Óbvio que quando enviei o meu currículo nunca pensei que fosse chamada. Mas agora estou à espera das respostas às minhas perguntas: remuneração, funções, duração do estágio e regalias. Não sei, não sei mesmo...mas não quero ir para tão longe fazer um programa sobre vacas, isolada do mundo, quiçá sem a minha net portátil, sem a minha fox life, sem o namorado... Gosh ou 8 ou 80! Só se me deram uma casa com vista para o mar é que lá vou...!
E pronto são estas as novidades.
sábado, 10 de janeiro de 2009
domingo, 28 de dezembro de 2008
Sei lá que título dou a esta merda
Epá, não faço ideia porque é que estou a escrever este post sem sentido, quase às escuras, mas acho que é por estar ainda "alegre" da noite anterior. É que nem sinto os dedos a bater nas teclas, coço as sobrancelhas e também não sinto a cara. Escrevo cinco palavras e ando à rasca para acertar nas letras.
Alguem que me diga que a noite passada foi um sonho, porque eu não faço ideia. As situações vêm-me à memória aos poucos, mas como ninguém dos que estavam ontem comigo lê este blog (acho eu), por isso não me vai adiantar de nada tar práqui a escrever.
Lembro-me de frases maravilhosas como:
"Aquilo já tem um ecossistema lá dentro!" - B. sobre pai natal de chocolate rançoso
"Eu não me estou a rir de ti, estou-me a rir para ti!" - M. sobre mim :S
"Já estás mais hidratadinho?" - S. para mim
Ah! Já sei quem me pode ajudar! Gi, eu quando cheguei a casa acho que tinhas falado pra mim no msn. Disseste algo como: "seu (qualquer coisa relacionado com álcool mas começado por R) e depois disseste "quando eu te agarrar já não te vou largar!" Confirma, disseste isto ou não?
Pronto, agora que perdi toda a minha dignidade, continuo com fome e "alegre", mas não consigo dormir. Aproveitem para ler esta merda de texto agora, pq quando eu tiver sóbrio obviamente que o vou apagar...
Beijos e abraços
Alguem que me diga que a noite passada foi um sonho, porque eu não faço ideia. As situações vêm-me à memória aos poucos, mas como ninguém dos que estavam ontem comigo lê este blog (acho eu), por isso não me vai adiantar de nada tar práqui a escrever.
Lembro-me de frases maravilhosas como:
"Aquilo já tem um ecossistema lá dentro!" - B. sobre pai natal de chocolate rançoso
"Eu não me estou a rir de ti, estou-me a rir para ti!" - M. sobre mim :S
"Já estás mais hidratadinho?" - S. para mim
Ah! Já sei quem me pode ajudar! Gi, eu quando cheguei a casa acho que tinhas falado pra mim no msn. Disseste algo como: "seu (qualquer coisa relacionado com álcool mas começado por R) e depois disseste "quando eu te agarrar já não te vou largar!" Confirma, disseste isto ou não?
Pronto, agora que perdi toda a minha dignidade, continuo com fome e "alegre", mas não consigo dormir. Aproveitem para ler esta merda de texto agora, pq quando eu tiver sóbrio obviamente que o vou apagar...
Beijos e abraços
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Dá Deus nozes a quem não tem dentes...
Visto que o Natal se está a aproximar
Ontem à noite fomos celebrar
Começou com um jantar
Mas não acabou como estão a pensar.
Depois de jantar
E de troca de prendas fazer
Fomos para a BeCool
Estava mesmo a apetecer.
Mais uma festa animada
Com todo o pessoal
Com direito a uvas e cava
Uma nochevieja bestial.
Com sangria à descrição
Esperamos as 12 badaladas
Foi com muita emoção
Que comemos uvas em vez de passas.
Estava tudo a correr bem
A bombiar e a córtir
Até que a Liliana
Se lembrou de cair.
Não contente com o espalho
Levanta-se já a rir
Deixando pelo soalho
Meio dente acabado de partir.
E com esta brincadeira
A noite ficou por ali
Mas não foi da bebedeira
Isto acontece à Lili.
Já é o segundo dente
Que em Barcelona saltou
Deste vez foi o da frente
Que o sorriso lhe desfigurou.
Agora aqui a meu lado
Brincamos com a situação
Espero que no Natal já possa
Trincar um belo torrão.
Afinal teve sorte
Foi só um bocadinho
Voltamos para Portugal
Dois dias são um saltinho.
E para despedida
Mesmo sem rimar
Aqui fica um beijinho
E um Feliz Natal desejar.
Ontem à noite fomos celebrar
Começou com um jantar
Mas não acabou como estão a pensar.
Depois de jantar
E de troca de prendas fazer
Fomos para a BeCool
Estava mesmo a apetecer.
Mais uma festa animada
Com todo o pessoal
Com direito a uvas e cava
Uma nochevieja bestial.
Com sangria à descrição
Esperamos as 12 badaladas
Foi com muita emoção
Que comemos uvas em vez de passas.
Estava tudo a correr bem
A bombiar e a córtir
Até que a Liliana
Se lembrou de cair.
Não contente com o espalho
Levanta-se já a rir
Deixando pelo soalho
Meio dente acabado de partir.
E com esta brincadeira
A noite ficou por ali
Mas não foi da bebedeira
Isto acontece à Lili.
Já é o segundo dente
Que em Barcelona saltou
Deste vez foi o da frente
Que o sorriso lhe desfigurou.
Agora aqui a meu lado
Brincamos com a situação
Espero que no Natal já possa
Trincar um belo torrão.
Afinal teve sorte
Foi só um bocadinho
Voltamos para Portugal
Dois dias são um saltinho.
E para despedida
Mesmo sem rimar
Aqui fica um beijinho
E um Feliz Natal desejar.
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